Por: Revista Saber Viver Mais 

A pandemia chegou e para muitos trouxe um enorme prejuízo, muitas famílias que vivem na informalidade se viram da noite para o dia sem ter como manter o sustento.

Essa situação afetou também a família da autônoma Maria Célia Sousa. O dinheiro estava acabando e a situação financeira estava ficando cada vez mais difícil, foi quando Maria Célia junto com a mãe e as duas filhas decidiram utilizar o dinheiro do auxílio emergencial para realizar um sonho antigo e abrir um negócio. A família decidiu fazer quentinha e vender.

Do desemprego ao empresariado

Maria Célia já havia trabalhado como cozinheira por cinco anos, ela tinha um sonho de ter seu próprio restaurante, mas a renda nunca era suficiente para concretizar o negócio. Ela se encontrava desempregada a três anos, e tinha ajudada da família para as despesas. Justamente no período de pandemia as filhas perderam o emprego, foi quando elas resolveram unir suas forças para encarar essa nova empreitada.

“Foi uma luz. Uma coisa de Deus. Porque eu não tinha de onde tirar. Era um sonho que eu tinha. E aí quando saiu esse auxílio o que veio no meu coração, o que Deus colocou no meu coração é que era pra eu multiplicar”, conta.


Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Com muito trabalho e perseverança, conseguiu multiplicar o investimento e está faturando cerca de R$ 6 mil por mês, com as vendas de marmitas. Agora elas pretendem ampliar o negócio, por enquanto as entregas estão sendo feitas de bicileta no bairro e na região.

Para o futuro, o plano é de abrir um restaurante com sede física. “Só não tô tendo a condição de fazer. Mas eu vou fazer, em nome de Jesus, aqui na frente”, contou Maria Célia.

Com informações: G1

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