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Segundo a agência de notícias Reusters, o Bahrein aprovou, nesta sexta-feira (4), a vacinação da população contra a Covid-19. As vacinas desenvolvidas farmacêuticas Pfizer e BioNTech foram os imunizantes escolhidos.


O primeiro pais a aprovar o uso das vacinas foi o Reino Unido, na quarta-feira, dia 02.

Em meados de março o país árabe ja teria aprovado uma vacina produzida pela Sinopharm, mas só seria liberado para uso em funcionários da linha de frente no combate a pandemia, de acordo com a Reuters.

Mas como anda a vacinação no mundo?

Nesta última terça-feira, a farmacêutica  Pfizer já havia pedido autorização para usar a vacina contra a Covid-19 em toda a Europa. Entretanto a decisão pode sair até 29 de dezembro desse ano.

No Reino Unido já foi aprovado o uso da vacina Pfizer/BioNtech; a vacinação deverá começar na semana que vem;

Portugal já aprovou plano de vacinação contra Covid-19; a vacinação no país será  gratuita e voluntária;

Na França, vacinação será gratuita e voluntária para todos e deve ter início em janeiro para idosos em casas de repouso;

No Japão, já foi aprovado um projeto de lei aprovado na quarta-feira (2), onde a vacinação será gratuíta;

Em Moscou, na Rússia, a vacinação deve começar no sábado; A Rússia foi a primeira no mundo a aprovar uma vacina contra a Covid-19, em agosto, a Sputnik V. Em outubro, o país aprovou sua segunda vacina;

Vidas e economia do país

Boris Johnson  primeiro-ministro do Reino Unido, disse que a vacinação além de salvar vidas vai resgatar a economia do país.  “É a proteção das vacinas que vai finalmente nos trazer de volta às nossas vidas e fazer a economia andar novamente”, escreveu o premiê britânico na rede social Twitter.

E no Brasil?

Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o país já aprovou medidas que devem acelerar o registro de vacinas contra a Covid-19 no Brasil.

O país ainda faz o teste de quatro vacinas, uma inclusive é a vacina da Pfizer/BioNTech.

O Brasil ainda não fez acordos para adquirir nenhuma vacina, entratanto em meados de novembro, o governo recebeu os executivos da Pfizer, para  “conhecer os resultados dos testes em andamento e as condições de compra, logística e armazenamento oferecidas pelo laboratório”, segundo o menistério da Saúde.

Na terça-feira (1º), o Ministério da Saúde disse que o plano de imunização do país não prevê o uso de vacinas que exijam baixíssimas temperaturas de armazenamento. Segundo Arnaldo Medeiros, secretário de Vigilância em Saúde, o governo pretende adquirir um imunizante que possa ser armazenado em temperturas baixas.

O governo ja tem um plano de vacinação montado que seguirá o seguinte cronograma:

Fase 1: devem receber a vacina trabalhadores da área de saúde e idosos com mais de 75 anos. Brasileiros acima de 60 anos que vivem em instituições de longa permanência também teriam acesso.

Fase 2: idosos de 60 a 74 anos em qualquer situação.

Fase 3: indivíduos com condições de saúde que estão relacionadas a casos mais graves de Covid-19.

Fase 4: professores, profissionais das forças de segurança e salvamento, funcionários do sistema prisional e a população privada de liberdade.

Com informações:G1

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