No último domingo, uma reportagem feita pelo médico Drauzio Varella causou comoção nas redes sociais, onde mostrou a história de vida de mulheres trans em presídios masculinos.

Um história que chamou muito a atenção foi da detenta Suzy Oliveira, que relatou estar há oito anos sem receber uma visita e contou como é a rotina das mulheres trans em um cárcere masculino. “Na cadeia você é obrigada a se prostituir por uma pasta de dente, um sabonete, um prato de comida”.

Após vários pedidos à Secretaria de Administração Penitenciária (SAP),  divulgou o endereço (veja abaixo) para que Suzy Oliveira recebesse cartas.

Após a reportagem, o nome de Drauzio Varella ficou nos trending topics do Twitter, que mostra os assuntos mais comentados pelos brasileiros nesta rede social.

Endereço

A detenta Suzy está cumprindo pena na Penitenciária I José Parada Neto, em Guarulhos, na Grande São Paulo. A SAP também informou que ela ganha mensalmente 75% do salário mínimo pelo trabalho da empresa que Suzy presta serviço, assim como material de higiene da unidade prisional.

Mulheres trans

Segundo estimativas existem 700 mulheres trans nos presídios em São Paulo. Pesquisas do governo federal publicadas no começo do mês de março, apontam que a realidade da população LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) nos cárceres do Brasil é de constante violência emocional, física e sexual. São práticas consideradas também como torturas específicas da sua condição de gênero, dentro das prisões masculinas.

Abaixo o endereço para mandar cartas para Suzy:

Destinatário: Suzy de Oliveira Santos
Endereço: Penitenciária I José Parada Neto – Rua Benedito Climérico de Santana, 600, Várzea do Palácio, CEP 07034-080, Guarulhos/SP

Com informações:G1

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