O vírus Ebola (Ebolavírus) foi detectado pela primeira vez em algumas regiões da África. Produz febre hemorrágica viral, com sintomas que podem aparecer até 3 semanas após a infecção. Febre, dor de garganta, dores musculares, náuseas, vômitos e diarreia são alguns deles, que acabam matando pacientes em um percentual de 50 a 90%, entre os infectados, segundo a Organização Mundial de Saúde.

A República Democrática do Congo sofre constantes surtos desta doença, com milhares de mortes. Há seis meses, foi confirmado o 11º surto no país, em comunidades espalhadas nas florestas tropicais, mas também em áreas urbanas.

Após árduos combates no terreno, foi declarado o fim da epidemia. Estão felizes!


John Moore / Getty Images (um voluntário segurando uma criança suspeita de ser portadora do vírus)

130 pessoas foram infectadas (espero) da última vez, 55 delas morreram. Uma taxa de mortalidade muito alta.

Semanas antes do início desse surto, o anterior havia terminado com o terrível número de mortos de 2.200 pessoas, o segundo mais importante na história da doença, de acordo com a Reuters .

“Tenho o prazer de declarar solenemente o fim da décima primeira epidemia de Ebola na província do Equador”.–Comentou o Ministro da Saúde Eteni Longondo em uma conferência–

Os tratamentos e vacinas foram os principais pontos a favor do fim da doença, principalmente porque 40 mil pessoas foram vacinadas nas florestas tropicais. Foi sem dúvida uma missão complexa.

Com essa importante vitória do país, conclusões vitais foram tiradas em relação a outras pandemias, como a COVID-19. Eles procuram replicar os resultados.

A tecnologia usada para manter a vacina do Ebola em temperaturas extremamente baixas será útil quando uma vacina COVID-19 for trazida para a África.”–Comenta o diretor da OMS para a África, Matshidiso Moeti–

O número de surtos que afetaram o país africano foi quase o dobro da média de outros países. As florestas tropicais têm sido chamadas de “depósito natural” deste vírus, portanto as comunidades que habitam esta área são muito mais propensas.

Felizmente, ele foi controlado e esperamos que continue a ser o mesmo com outras doenças. Muitas felicidades!

Texto originalmente publicado no UPSOCL, livremente traduzido e adaptado pela equipe da Revista Saber Viver Mais

 

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