Kyle West é um jovem carteiro, que vem entregando não só as correspondências dos idosos da sua comunidade, mas também mantimentos, detalhe: com dinheiro do próprio bolso.

West que é carinhosamente apelidado de “mailman Kyle”, trabalha nos correios há cerca de 2,5 anos e faz cerca de 917 entregas em sua rota diária. Ele afirma conhecer cada pessoa do seu trajeto pelo nome.

“Eles são meu povo. Essa é a minha rota ”, diz o carteiro de Ohio. “Faço isso seis dias por semana. Conheço todo mundo e você conhece os filhos deles. Em todo lugar que você olha, há alguém acenando para você”.

Segundo o carteiro ele faz entregas em muitos lares onde as pessoas tem necessidades e muitas são idosas ou deficientes. Ele viu as coisas piorarem ainda mais quando as pessoas passaram a cumprir as restrições de isolamento social.

Ele percebeu então que teria que fazer algo pois muitos vivem sozinhos, e estão correndo risco de contaminação ao sair de casa para fazer compras, foi então que tomou uma decisão que está mudando a vida destas pessoas.

Tudo começou por acaso, enquanto ele fazia compras em um supermercado e encontrou um senhor de 94 anos que não podia comprar 2 pacotes de papel higiênico. O jovem carteiro não somente comprou o papel higiênico para o senhor, como no dia seguinte entregou na casa do idoso, e assim nasceu a ideia. “Eu disse a ele para ficar tranquilo em casa, e se ele precisasse de alguma coisa, eu poderia buscá-lo”, disse West. “Então tive a ideia de fazer anotações.”

West imprimiu um panfleto que ele incluía na correspondência de seus clientes. Ele dizia: “Se você estiver em risco e precisar de ajuda para obter itens essenciais, me avise. Farei o que puder para ajudar. Ele assinou “Mailman Kyle” e incluiu seu número de telefone.

Enquanto a maioria das pessoas somente agradeceu, cerca de 50 necessitados pediram ajuda. Outros ofereceram doar itens para os funcionários dos correios distribuírem para idosos e outros indivíduos de alto risco.

Sem cobrar pelas compras, ele diz que não quer ficar conhecido por isto, mas espera que seus esforços inspirem outros jovens a encontrar ainda mais maneiras de ajudar suas comunidades.

West tem sido modesto em relação à atenção que sua história está recebendo. “Estou fazendo isso porque sinto que sou parte do bairro deles. Passo mais horas nos correios do que em minha própria casa. Já estamos expostos, por isso, se podemos impedir que outras pessoas sejam expostas, podemos fazer isso”.

Com informações:Tanks Good News

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