No meio da multidão que acompanhava a queima de fogos que saudou a chegada de 2018 em Copacabana (RJ), o fotógrafo Lucas Landau registrou uma imagem que emocionou muita gente: um garoto negro, sem camisa, aparentemente com frio, observa o céu sozinho, um pouco distante de grupos de pessoas que se abraçam festejando o Ano Novo. Agora, ele quer descobrir quem é o garoto.

Em seu Facebook, Landau contou que perguntou informações sobre o menino, mas só conseguiu ouvir a idade: 9 anos.

Para tentar identificá-lo e conhecer sua história, ele pediu ajuda nas redes sociais.

“Essa fotografia abre margem para várias interpretações, todas legítimas, a meu ver. Existe uma verdade, mas nem eu sei qual é. Me avisem se descobrirem quem é o menino, por favor”, escreveu em seu perfil.

Muitas dessas interpretações estão nos quase mil comentários que a foto já tinha recebido até as 19h30 dessa segunda-feira (1º). “Sua foto fala do menino, encantado, com frio, talvez (espero que sim) fazendo um pedido que um dia se cumprirá.

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Sua foto fala de você, do seu encantamento diante do encantado. Sua foto está falando com milhares de corações hoje, está preenchendo nosso dia primeiro com beleza e esperança. Belíssimo trabalho! Bravo!”, disse um internauta.

Outra pessoa disse que recebeu a foto em um grupo de WhatsApp com a informação de que a criança seria moradora de rua e perguntou se a informação era verdadeira. O fotógrafo respondeu que não sabe.

Como a foto está sendo bem divulgada, acho válido contextualizar: eu estava a trabalho fotografando as pessoas assistindo aos fogos em copacabana. ele estava lá, como outras pessoas, encantado.

Perguntei a idade (9) e o nome, mas não ouvi por causa do barulho. como ele estava dentro mar (que estava gelado), acabou ficando distante das pessoas. não sei se estava sozinho ou com família.

Essa fotografia abre margem para várias interpretações; todas legítimas, ao meu ver. existe uma verdade, mas nem eu sei qual é. Me avisem se descobrirem quem é o menino, por favor.

Nota: A Revista Saber Viver Mais divulga conteúdos populares de caráter, muitas vezes, não científico. Procure sempre profissionais da saúde para diagnósticos e tratamentos.

Via: O Tempo

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