Amizade, amor incondicional e respeito, são substantivos que podemos usar na relação entre João Pereira de Souza e o Pinguim Dindim.

Dindim foi o nome escolhido pela comunidade onde vive o seu João, para o pinguim que chegou quase sem vida na praia de Ilha Grande. O pequenino chegou muito fraco, com o corpo todo coberto de óleo.

Seu João lembra que na época limpou, alimentou e deixou o caminho do mar livre para que Dindim continuasse seu caminho em liberdade.

Mas no entanto para a surpresa de seu João e dos moradores da ilha, o pinguim resolveu ficar por mais tempo do que o esperado em companhia dos seus amigos humanos.

Seu João conta que o pinguim permanceu um longo período em sua companhia. “Ele ficou comigo por 11 meses e depois… desapareceu!” 

De acordo com a professor de Biologia Krajewski, provavelmente Dindim acredita que João é um membro de sua família e o vê como um igual (um pinguim, no caso). “Eu nunca vi algo como isso antes” diz Krajewski.

Mas apesar de todo o amor pelo seu salvador,Dindin voltou para o seu lar na Patagônia, mas todos os anos o pinguim volta para passar um tempo no Rio de Janeiro, nadando, brincando e agradecendo João por ter salvo sua vida.

“Todos disseram que Dindim não voltaria, mas ele tem voltado para me visitar nos últimos quatro anos” – diz João.

Apesar da opinião de profissionais da área que acreditam que Dindim vê seu João como um pinguim, é impossível não acreditar no amor incondicional como responsável por uma relação tão puramente doce e genuína.

“Eu amo este pinguim como se fosse meu próprio filho e acredito que ele me ama também” – confessa ele

Informações: Awebic

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