PIX vai mudar em fevereiro! Banco Central anuncia regras que podem transformar sua vida financeira 🇧🇷
O Banco Central do Brasil anunciou novas regras para o PIX — o meio de pagamento instantâneo mais usado do país — e elas começam a valer a partir de 2 de fevereiro de 2026. Essas mudanças não são pequenas: têm foco em segurança e proteção contra fraudes, e podem impactar tanto quem paga quanto quem recebe via PIX diariamente.
O que vai mudar no PIX
Mais poder para recuperar valores em fraudes
O destaque das novas regras é o aprimoramento do chamado Mecanismo Especial de Devolução (MED), que agora permitirá rastrear o caminho do dinheiro em casos de golpes e aumentar as chances de reaver valores roubados — algo que hoje é difícil porque os golpistas costumam “lavar” o PIX transferindo para outras contas antes que a devolução ocorra.
Quando obrigatório e como funciona
Atualmente o novo sistema de rastreamento e devolução está disponível de forma opcional para instituições financeiras e fintechs, mas a partir de fevereiro de 2026 ele passa a ser obrigatório para todos os participantes do PIX.
Mais segurança geral nas transações
As mudanças fazem parte de um conjunto maior de normas que têm sido implementadas pelo Banco Central com objetivo de dificultar a ação de fraudadores e proteger os usuários brasileiros.
Por que isso importa pra você
Mais chance de recuperar dinheiro perdido em golpes
Golpes via PIX cresceram muito nos últimos anos, e um dos maiores problemas sempre foi a dificuldade de reaver valores — com o novo MED, isso pode mudar.
Segurança reforçada no seu app bancário
O reforço nas regras de segurança tende a deixar o sistema mais protegido contra ataques e transações suspeitas — o que traz mais tranquilidade para quem usa PIX no dia a dia.
Instituições precisam se adaptar até fevereiro
Bancos e fintechs terão de ajustar seus sistemas e processos para atender às regras que passam a valer em 2026 — então mudanças no seu aplicativo de banco podem aparecer nas próximas semanas.
O futuro já começou
Essas alterações fazem parte de uma série de medidas promovidas pelo Banco Central para fortalecer a segurança do sistema de pagamentos instantâneos no Brasil — um passo importante para manter o PIX competitivo — e seguro.

