Cientistas da Universidade de Edimburgo, na Escócia, conseguiram através de uma recente descoberta mapear cerca de 80 genes que podem funcionar como gatilhos para desencadear uma depressão, a descoberta foi publicada na revista científica “Nature Communications”.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), apontam para 350 milhões de pessoas afetadas pela depressão, a principal causa de incapacidade laboral no mundo. Afeta mais mulheres do que homens e estima-se que entre 8% a 15% das pessoas sofrem de depressão durante a sua vida.

As causas da depressão podem vir de traumas ou estresses, mas ainda não está claro por que algumas pessoas são mais propensas a desenvolver a doença do que outras.

Foram analisados o código genético de 300 mil pessoas para encontrar as partes do DNA que poderiam estar relacionadas à depressão. Num segundo momento, pediram autorização para usar o as informações coletadas pelo banco de dados genéticos da empresa 23andMe para fazer as comparações.

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“O estudo identifica os genes que têm potencial para aumentar nosso risco de desenvolver uma depressão, servindo como evidência de que a doença também é um distúrbio genético”, apontou David Howard, pesquisador responsável pelo relatório.

Pegando a partir deste ponto, a descoberta pode ajudar a entender melhor as causas da depressão.

O professor Andrew McIntosh, do Centro de Ciências Clínicas do Cérebro da Universidade de Edimburgo, que lidera o grupo de pesquisa, disse: “Esperamos que a crescente capacidade de pesquisa de dados em saúde no Reino Unido nos ajude a fazer grandes avanços em nossa compreensão da depressão nos próximos anos”.

A pesquisa que é financiada pela Fundação Wellcome, tem como finalidade entender melhor a depressão e suas causas.

* Nota: As informações e sugestões contidas neste artigo têm caráter meramente informativo. Elas não substituem o aconselhamento e acompanhamentos de médicos, nutricionistas, psicólogos, profissionais de educação física e outros especialistas.

Informações: Hypeness

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