O Ministério da Agricultura suspendeu a venda de 33 marcas de azeite de oliva que apresentaram adulterações em sua composição. As irregularidades foram detectadas em amostras coletadas entre 2017 e 2018, como parte da Operação Isis, iniciada em 2016.

Segundo as informações do órgão, a maior parte das fraudes se dá pela mistura do azeite com óleo de soja e/ou óleos desconhecidos, após exames laboratoriais.

Apesar disso, ainda é possível que o consumidor encontre outros lotes das mesmas marcas nas prateleiras.

“Embora os supermercados tenham sido alertados quanto às marcas que sistematicamente produzem azeite fraudado, muitos comerciantes ainda insistem em vender esse tipo de produto em razão do baixo preço”, explicou o ministério em nota.

Em 2019, outros seis rótulos já haviam sido suspensos.

Confira a lista completa de azeites que tiveram a venda suspensa em 2019:

Aldeia da Serra
Barcelona
Casa Medeiros
Casalberto
Conde de Torres
Costanera
Dom Gamiero
Donana
Évora
Flor de Espanha
Galo de Barcelos
Imperador
La Valenciana
Lisboa
Malaguenza
Olivais do Porto
Olivaz
Oliveiras do Conde
Olivenza
One
Paschoeto
Porto Real
Porto Valencia
Pramesa
Quinta da Boa Vista
Quinta D’Oro
Quinta Lusitana
Rioliva
San Domingos
Serra das Oliveiras
Serra de Montejunto
Temperatta
Torezani
Tradição
Tradição Brasileira
Vale do Madero
Vale Fértil

Comprei um azeite fraudado. O que eu faço?

Se o consumidor comprou um azeite que foi retirado de circulação pelo Ministério da Agricultura, o Procon orienta que ele peça o reembolso diretamente para o estabelecimento onde fez a compra, apresentando nota fiscal e o produto sem violação.

A recomendação é que o consumidor procure o Procon da região ou utilize o site consumidor.gov.br.

Com informações :G1

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