Alerta aos pais: brinquedo infantil famoso é recolhido após mais de 30 casos de asfixia
Um brinquedo infantil bastante popular entre pais de bebês foi retirado às pressas do mercado após mais de 30 relatos de asfixia envolvendo crianças pequenas. O produto, da marca Yetonamr, era vendido como mordedor para bebês em fase de desenvolvimento, mas acabou se transformando em um sério risco à segurança.
O motivo do recolhimento são as cordas do brinquedo, que, segundo autoridades de segurança do consumidor, têm comprimento menor do que o permitido pelas normas internacionais. Essa falha aumenta significativamente o risco de o item ficar preso na boca ou nas vias respiratórias do bebê.
“Parecia inofensivo”
Relatos de pais indicam que o mordedor era visto como um item comum, usado diariamente para aliviar o desconforto do nascimento dos dentes. Justamente por isso, o alerta causou ainda mais preocupação.
“É o tipo de brinquedo que muitos pais deixam o bebê usar sem imaginar qualquer perigo”, afirmam especialistas em segurança infantil.
Bebês são os mais vulneráveis
Segundo pediatras, bebês exploram o mundo principalmente com a boca e não conseguem reagir rapidamente em situações de engasgo, o que torna qualquer falha de design potencialmente fatal.
Mesmo produtos que aparentam ser simples e macios podem representar riscos quando não seguem rigorosamente os padrões de segurança.
O que os pais devem fazer agora
As autoridades orientam que:
o brinquedo seja retirado imediatamente do uso;
pais verifiquem se possuem o mordedor da marca Yetonamr em casa;
o produto seja devolvido ao ponto de venda ou descartado conforme orientação oficial;
bebês nunca fiquem sozinhos com objetos que possuam cordas, laços ou partes soltas.
Em qualquer sinal de dificuldade para respirar, a recomendação é buscar socorro médico imediato.
Alerta que vai além de um único produto
O caso reacende um debate importante: nem todo brinquedo vendido para bebês é, de fato, seguro. Especialistas reforçam que certificações, avisos oficiais e recalls devem ser acompanhados de perto por pais e responsáveis.
“O perigo nem sempre está no que parece óbvio”, alertam profissionais da área.

