Por: Bert Hellinger

1) Coloque-se em paz com seus Pais (de hoje e do passado).

Agradeça e aceite sua Mãe e seu Pai como eles são e não como você gostaria que eles fossem ou tivessem sido. A mãe é quem nos deu o primeiro sustento, por isso ela está ligada ao movimento de ir para a vida, à prosperidade e ao dinheiro. O pai, na visão sistêmica, representa nossa carreira e profissão. Se você está vivo nesse mundo, trabalhando, constituindo família, aprendendo e impactando na vida de outras pessoas é porque seus pais foram perfeitos como pais do ponto de vista da existência humana e da vida. E se você os toma sem reivindicações, o dinheiro flui e você se sente adaptado e realizado na vida.

2) Busque o equilíbrio de troca.

O dinheiro é uma energia de agradecimento. Você dá algo a alguém – um serviço, um produto ou um conhecimento – e esse alguém retribui com certa quantia de dinheiro. Esta relação precisa ter um equilíbrio, ser justa para ambas as partes. Meu produto ou serviço não pode ser mais caro nem mais barato do que o benefício que ele proporciona.

3) Vá para a vida para que o dinheiro chegue até você.

Faça as pazes com o seu passado, mantenha os pés bem fincados no presente e flerte com o futuro. Se o dinheiro não vem, é sinal de que algo precisa ser resolvido antes, provavelmente na sua história pessoal ou na de membros do seu sistema, seja na família de origem ou em alguma geração anterior. Isso pode estar atrapalhando você de estar disponível pra vida. Aí o dinheiro não vem.

4) Se atreva a ser tão grande quanto o seu dinheiro.

Pare para pensar: quando você lida com o dinheiro você se sente menor, maior ou igual? Essa relação precisa ser de igual pra igual. Não se pode ser como uma criança que pede, nem ser maior que o dinheiro, pois nessa postura arrogante não se consegue agradecê-lo. Se dinheiro não se sente respeitado ele vai embora da sua vida.

5) Olhe para o dinheiro com bons olhos.

Se você não olha o dinheiro, ou seja, evita fazer planilha de gastos e rendimentos, não gosta de olhar o holerite, quanto tem na carteira, nem o extrato bancário, atenção! Você pode estar excluindo o dinheiro da sua vida. Se você olha para seu rendimento e para suas contas com carinho e respeito, você tem saúde financeira. Tenha gratidão a tudo o que receber (mesmo as pequenas quantias), ao banco e até aos impostos recolhidos. Tudo aquilo que você exclui, rejeita e tem aversão, você acumula tensão e começa a dar nós.

6) Dê significado nobre ao seu trabalho.

Você não vende um produto, serviço ou conhecimento, você vende conforto, praticidade, bem-estar e sucesso às pessoas. “Qualquer empresa que é bem sucedida está a serviço da vida, dos seres humanos”, segundo Bert Hellinger, criador das Constelações. É preciso colocar o foco no benefício que seu trabalho vai proporcionar e não focar em aumentar seu faturamento e ter sucesso. “Quem somente serve ao dinheiro já perdeu antes de começar”, acrescenta Bert Hellinger.

7) Observe que sentimento surge quando você dá e ganha dinheiro.

Você sente pena da pessoa que te dá dinheiro? Você sente desconforto e irritação quando dá seu dinheiro ao outro? Tem gente que sente vergonha e culpa quando recebe, ao passo que quando dá ou perde sente alívio. Crenças sabotadoras podem estar por trás dessas dinâmicas.

8)Cuidado com as crenças sabotadoras!

Verifique ao longo da sua vida se você ouviu e tomou essas ideias como verdade: “Os ricos são gananciosos, desonestos, exploradores” ou “É mais fácil um camelo passar pelo buraco da agulha que um rico entrar no reino dos céus”. Você tem medo de seguir um caminho diferente da família se ela não tem prosperidade? Você tem medo de ter que ajudar a família se ganhar prosperidade?

Assista um trecho da palestra de Bert Hellinger – Julgamento: 

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