Vários mitos e informações erradas sobre doenças são divulgadas diariamente nas redes sociais, o fato é que um das mais comentadas e o câncer de pele. Muita gente desconhece seus perigos e pode estar subestimando seus riscos.

Por isso a Saber Viver Mais destacou 07 mitos populares sobre esse que é um dos tipos de câncer mais comuns. Leia e guarde essas informações elas podem salvar a sua vida!

1. O bronzeamento artificial é uma forma segura de se bronzear

Errado!

As sessões de bronzeamento artificial antes dos 35 anos aumentam o risco de melanoma, que é um dos tipos mais perigosos de câncer de pele, em mais de 50%.

Estudo publicado no Journal of Clinical Oncology, acompanhou 73.494 voluntários por 20 anos e descobriu que o o uso de câmaras de bronzeamento aumentou o risco de três diferentes tipos de câncer de pele: melanoma maligno, carcinoma basocelular e carcinoma de células escamosas.

2. O câncer de pele se limita à pele

Os olhos também podem ficar queimados e desenvolver melanoma ocular, um tipo de câncer que se forma nas células que produzem um pigmento em torno dos olhos.

Assim como a exposição aos raios UV danifica a pele na forma de queimaduras solares, eles também podem danificar os olhos ou afetar a visão. No entanto, 94% das pessoas não percebem que o sol pode ser tão prejudicial aos olhos quanto à pele.

Se os seus olhos ficam expostos a uma quantidade excessiva de radiação UV durante um curto período de tempo, é provável que você vivencie um efeito chamado fotoceratite, uma condição dolorosa que inclui sintomas como olhos vermelhos, sensação de que há areia nos olhos, sensibilidade à luz e lacrimejamento excessivo. Tal como acontece com a pele, repetir a exposição excessiva ao sol pode levar ao câncer; o risco é maior para aqueles com olhos claros.

3. Não há muito o que fazer para se proteger dos raios UVA

O Zinco é o melhor bloqueador de raios UVA. Sempre procure produtos que contenham pelo menos 20% de óxido de zinco, ou uma combinação de 15% de óxido de zinco, juntamente com dióxido de titânio, para melhor proteção contra os UVAs. Caso tenha dúvidas, procure um dermatologista para saber onde encontrar esse tipo de produto.

4. Tomar sol na infância te protege câncer de pele na vida adulta

Errado!

Este é um dos maiores mitos de câncer de pele que existem. Muitas pessoas acreditam que grandes quantidades de exposição ao sol ‘protege’ as crianças ao câncer de pele e aos danos causados pelo sol quando crescem.

No entanto, o que ocorre é justamente o oposto. Muita exposição solar durante a infância apenas aumenta os danos causados pelo sol ao longo da vida e o risco de câncer de pele.

5. Se não consigo ver o sol, estou seguro

Um dia nublado não é proteção contra os raios UV, pois eles podem passar pelas nuvens. Na verdade, de acordo com a Skin Cancer Foundation, um total de 80% dos raios UV pode passar pela cobertura de nuvens. Se você se preocupa com a sua pele, seja em um dia nublado ou ensolarado, use protetor solar.

6. Eu passei protetor solar de manhã e isso já me protege o dia todo!

Passar o protetor antes de sair de casa é um ótimo começo. Porém reaplicá-lo a cada duas horas é fundamental, especialmente após a natação, sudorese e prática de exercícios, e isso inclui a maquiagem com fator de proteção solar (FPS). É difícil fazer retoques durante o dia, mas se você está contando com sua maquiagem para proteger o rosto, essa é uma necessidade absoluta.

7. Poucas pintas e verrugas significa um baixo risco de câncer

Médicos e dermatologistas de todo o mundo alertam que ter muitas pintas na pele é um fator de risco para ter câncer, mas ter poucas pintas não significa que a pessoa está livre de riscos. Um estudo descobriu que a maioria das pessoas diagnosticadas com melanoma não tem muitos sinais.

É simples: fique de olho em qualquer verruga ou pinta – mesmo que seja uma ou duas – e informe o médicos se notar alguma mudança.

* Nota: As informações e sugestões contidas neste artigo têm caráter meramente informativo. Elas não substituem o aconselhamento e acompanhamentos de médicos, nutricionistas, psicólogos, profissionais de educação física e outros especialistas.

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