Jim Glaub e Dylan Parker, nos últimos anos, receberam em seu pequeno apartamento no bairro de Chelsea, em Nova York (EUA), muitas e muitas cartas de crianças americanas que foram endereçadas ao Papai Noel.
Sem ter muita ideia do porquê que as cartas chegavam no endereço deles, decidiram então criar um projeto para responder as cartas e enviar presentes para as crianças, o projeto ganhou força global e atualmente existe um site onde eles concentram todas as cartas e voluntários ajudam a respondê-las.
Com o nome “Miracle on 22nd Street“, em português seria algo como “Milagre da Rua 22”, e o projeto tem ganhado tanta repercussão que Holywood que um filme sobre a história sem sido planejado para ir ao cinema em 2019.
A história começou quando eles se mudaram, em 2019, e foram avisados pelos inquilinos anteriores que, de vez em quando, chegava alguma carta para o Papai Noel, por algum equívoco desconhecido.
Eles recebiam poucas cartas – duas ou três por ano, mas em 2011 receberam nada menos que 450, nenhum dos dois sabe explicar o que levou a esse aumento repentino de postagens, mas o casal ficou tocado pela imensa quantidade de crianças que pediam itens básicos, como alimentos, roupas de inverno, calçados e cobertores, segundo O Globo.
Eles então decidiram que nenhuma carta ficaria sem resposta, e pra isso contaram com a ajuda de amigos próximos, pouco tempo depois criaram uma página no Facebook chamada Miracle on 22nnd Street, onde divulgavam as cartinhas ainda não respondidas. Com ajuda de uma instituição de caridade nos EUA, eles não só responderam as cartas mas também enviaram presentes.
O casal, que atualmente não mora mais no “endereço do Papai Noel”, continuam recolhendo todas a cartas que recebem e contando com a ajuda de voluntários para responder todas elas, e mandar presentes.
“É tão estranho como isso virou esforço global, tivemos pessoas do Havaí, do Alasca, Alemanha, Londres, Nicarágua, Abu Dhabi, Tóquio. Todas ajudando. Eu acho que esse é o poder das mídias sociais.
Por que uma mulher de Abu Dhabi se importaria com alguma família de Corona, no Queens? Isso é incrível”, ainda segundo O Globo.
“No início, assim que vimos a quantidade de cartas que estávamos recebendo, pensei que deveríamos levá-las a uma instituição. Mas, hoje, vejo que chegou ao ponto em que não podemos mais parar de fazer o nosso projeto. Temos que responder as cartas. É simplesmente uma parte de nossas vidas”.
Nota: A Revista Saber Viver Mais divulga conteúdos populares de caráter, muitas vezes, não científico. Procure sempre profissionais da saúde para diagnósticos e tratamentos.
Fonte: Razões para Acreditar
Autor: Vicente Carvalho
Leia a Matéria na Integra: O Globo
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