São inúmeros os benefícios que as atividades físicas trazem para nossas vidas. Já não é de hoje que a medicina fala da importância de se fugir do sedentarismo, como uma arma para o bom funcionamento cardíaco, sono e saúde física e mental de uma maneira geral.
Porém, cientistas da UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro, descobriram que a prática constante de exercícios físicos podem levar à melhora do Alzheimer ou até mesmo uma possível cura.
Isso porque, através dos estímulos físicos produzimos um hormônio chamado irisina, que cai diretamente na corrente sanguínea, chegando ao cérebro. A novidade não é a descoberta do hormônio em si, já que até hoje ele era conhecido por reduzir os níveis de gordura do corpo, mas seu poder quando este chega ao cérebro.
A irisina fortalece as sinapses, que são os prolongamentos dos neurônios, responsáveis pela conexão entre as células, favorecendo esta conexão e as informações que são registradas na memória.
Os cientistas realizaram testes com camundongos, que fizeram ginástica na piscina uma hora por dia, cinco vezes na semana. O resultado? Após cinco semanas de esporte, os efeitos nocivos da doença praticamente desapareceram!
Via:Hypeness
O biólogo indonésio Kevin Kumala encontrou uma maneira curiosa de transformar um problema ambiental em…
Um ex-pesquisador que trabalhou com inteligência artificial na OpenAI e na Anthropic decidiu deixar a…
Meu Nome é Farah acompanha Farah Ersadi, uma mulher que foge do Irã determinada a…
Ricardo Castellar de Faria, conhecido como o “Rei do Ovo”, entrou para o grupo dos…
A Mulher Secreta é um suspense da Netflix que transforma uma crise de amnésia em…
The Early Spring chegou à Netflix Brasil e precisou de apenas dois dias para alcançar…