Primeira instrutora de yoga com síndrome de down. A americana Jessica Parsons dá aulas da modalidade na Califórnia e é uma professora renomada
Não tem jeito: o amor pela ioga está no sangue da americana Jessica Parsons. Os pais dela, Sue Anne e Jim, são instrutores da técnica e donos de uma escola da modalidade em Santa Barbara, na Califórnia. E essa paixão foi propagada aos cinco filhos do casal, principalmente às quatro meninas, que também dão aulas de ioga.
Mas o caso de Jessica é especial. Ela tem síndrome de Down e foi uma das primeiras pessoas com essa condição genética (senão a pioneira) a ensinar a prática. E isso é motivo de muito orgulho para ela, sua família e seus alunos.
Em seu site, ela conta que começou a dar aulas de ioga aos 12 anos de idade, por meio de um projeto do colégio. Junto de suas irmãs, Jessica fez um DVD cujo título era “Ioga por Adolescentes”, e a ideia era ensinar a técnica em escolas, em grupos de garotas escoteiras, em feiras de saúde e em outros eventos da comunidade local.
Deu certo! Aos 16 anos, a menina começou a instruir outras pessoas com necessidades especiais na Associação de Síndrome de Down de Santa Barbara. “Eu adorava ensinar, conhecer gente e fazer novos amigos. Aprendi que existem muitos jeitos diferentes de levar a vida. Vi que algumas pessoas têm dificuldade para falar ou mexer seus corpos. Mas acho que a ioga ajuda a unir todo mundo”, relata Jessica.
Hoje, aos 23 anos, ela já participou de vários treinamentos para instrutores de ioga e tirou um certificado que atesta que ela já cumpriu mais de 200 horas como professora da modalidade. Entre os tipos de ioga que ela domina estão a Hatha Ioga, a Ioga Regenerativa e a Ioga para Crianças e Adolescentes.
Atualmente, suas aulas são intituladas “Ioga Inclusiva”, já que elas se voltam a pessoas com as mais diversas habilidades.
“Ensinar ioga é um trabalho que amo fazer todos os dias. Gosto de ajudar os outros a permanecerem fortes e com saúde. Se você nunca fez ioga, venha à minha aula e veja como essa prática pode ser divertida!”, assegura Jessica. Temos certeza de que é uma experiência única e muito inspiradora.
Fonte:Deficiente Ciente
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