Foto: Pixabay
Cientistas descobrem a causa e a cura de um tipo de pressão alta
Cientistas fizeram uma descoberta importante em relação a um tipo específico de pressão alta. A causa dessa condição é o aumento da produção de aldosterona, e a cura envolve a remoção de uma das glândulas suprarrenais.
A maioria das pessoas com hipertensão não sabe exatamente por que têm essa doença, mas agora temos informações promissoras. Pesquisadores da Universidade Queen Mary, no Reino Unido, descobriram a cura para um tipo de pressão alta que envolve a remoção de uma das glândulas adrenais.
O estudo revelou que cerca de uma em cada vinte pessoas com hipertensão grave tem um pequeno nódulo benigno que produz aldosterona, um hormônio responsável por regular o equilíbrio de sal no corpo.
A descoberta mais recente está relacionada a uma variante genética encontrada em alguns desses nódulos, que causa uma produção excessiva do hormônio, levando a um desequilíbrio de sal no corpo. A remoção de uma das glândulas suprarrenais é a solução para esse problema.
Esse tipo de hipertensão grave ocorre devido a uma alteração na proteína chamada CADM1, que interrompe as conexões entre as células do corpo, impossibilitando a regulação adequada da produção de aldosterona.
Consequentemente, o paciente desenvolve pressão alta grave e um acúmulo excessivo de sal no corpo.
A pesquisa dos cientistas de Londres começou quando médicos observaram flutuações nos níveis hormonais de um paciente que participava de um estudo sobre hipertensão resistente.
O diagnóstico da hipertensão causada por essa falha na aldosterona é raro, pois o hormônio não é rotineiramente medido como possível causa.
Menos de 1% das pessoas recebem esse diagnóstico.
Xilin Wu, professora da universidade e coordenadora do estudo, recomendou que a aldosterona seja medida por meio de um teste de urina de 24 horas ou de uma única medição sanguínea. Isso permitiria identificar um número maior de pessoas com hipertensão.
A cura para a pressão alta causada por essa disfunção da glândula é a remoção de uma delas.
Após a remoção, os pacientes com hipertensão grave não apresentaram mais a doença e não precisaram de tratamentos adicionais.
Morris Brown, professor da Queen Mary e coautor do estudo, explicou: “Como os nódulos de aldosterona nesse estudo eram tão pequenos, agora estamos investigando se a cauterização momentânea do nódulo pode ser uma alternativa à remoção cirúrgica da glândula adrenal inteira”.
Isso significaria que os pacientes não precisariam tomar medicamentos pelo resto da vida.
Informações obtidas da Universidade Queen Mary, em Londres.
Eclipse solar total vai transformar o dia em noite em vários países nas próximas semanas…
A maior ponte sobre o mar da América do Sul começou a sair do papel…
The Apartment Job mistura comédia, crime e mistério em uma história cheia de reviravoltas. Na…
Quando a lista dos melhores países para viver é divulgada, a Noruega quase sempre aparece…
Mensagens para Isabelle é um romance emocionante que mistura amor, perda e recomeços de uma…
Eu Vou Te Encontrar é o novo suspense da Netflix baseado em uma obra de…