Gigante asiática declara falência no Brasil, deixa apenas R$ 100 em conta e expõe rombo bilionário
O caso chocou o mercado, indignou credores e virou símbolo de um colapso silencioso. A POSCO, uma das maiores siderúrgicas do planeta, entrou em processo de falência envolvendo sua operação no Brasil deixando para trás bilhões de reais em dívidas — e um detalhe que parece inacreditável: apenas R$ 100 disponíveis em conta bancária.
O contraste entre o tamanho da empresa no cenário global e a situação financeira da subsidiária brasileira acendeu um alerta vermelho no Judiciário e no setor produtivo.
Bilhões a pagar, caixa simbólico
Segundo documentos do processo, quando a Justiça determinou o bloqueio de valores para garantir o pagamento mínimo aos credores, encontrou um saldo praticamente inexistente. O valor — R$ 100 — passou a representar, para muitos, o retrato de como grandes multinacionais podem esvaziar operações locais e deixar obrigações para trás.
As dívidas envolvem:
bancos e instituições financeiras;
fornecedores brasileiros;
contratos industriais e logísticos;
possíveis encargos trabalhistas e fiscais.
Enquanto isso, nenhum volume relevante de recursos foi localizado em nome da empresa no país.
Como uma gigante global chega a esse ponto?
Especialistas apontam que o caso revela uma prática comum em estruturas multinacionais complexas:
retirada gradual de capital da filial;
manutenção de operações com baixo patrimônio;
dependência total da matriz no exterior;
reorganizações societárias que dificultam a cobrança de dívidas.
Na prática, a empresa continua forte fora do Brasil — mas a operação local ficou sem lastro financeiro.
Fornecedores e trabalhadores no prejuízo
Pequenas e médias empresas que prestavam serviços à POSCO afirmam estar no limite. Muitas dependiam dos contratos para sobreviver e agora enfrentam risco real de quebrar.
Funcionários e sindicatos acompanham o caso com preocupação, temendo atrasos em verbas e anos de disputas judiciais.
“É impossível competir com uma multinacional que simplesmente some do país deixando só dívidas”, afirmou um credor.
Justiça apura possível blindagem patrimonial
O processo levanta suspeitas de blindagem de patrimônio e até fraude contra credores. A Justiça analisa se houve:
transferência irregular de ativos para o exterior;
esvaziamento proposital da subsidiária brasileira;
abuso da personalidade jurídica.
Caso irregularidades sejam comprovadas, a responsabilização pode alcançar administradores e controladores, inclusive fora do Brasil — algo raro, mas possível.
Um alerta para o Brasil
O episódio reacende um debate sensível:
o Brasil consegue se proteger quando gigantes estrangeiras quebram por aqui?
Especialistas defendem regras mais duras para:
exigir capital mínimo real de multinacionais;
proteger trabalhadores e fornecedores;
evitar que filiais operem apenas como “fachadas jurídicas”.
Um símbolo do colapso
O processo ainda deve se arrastar por anos. Recuperar valores no exterior é complexo, caro e incerto. Para muitos credores, a chance de receber é mínima.
Por enquanto, o caso já entrou para a história econômica recente com uma imagem difícil de esquecer:
Uma gigante global, bilhões em dívidas e apenas R$ 100 em caixa no Brasil.
Um lembrete brutal de que, quando grandes empresas caem, quem paga a conta quase sempre está do lado mais fraco.
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